Já vimos que operações podem representar riscos à concorrência, em função da possibilidade de exercício abusivo de poder unilateral. Ou seja, caso a empresa resultante da operação consiga unilateralmente preços, reduzir quantidade ou alterar o incentivo para inovar. Mas será que operações, concentrações horizontais e integrações verticais, podem facilitar processos de cartelização em um dado mercado? Ou seja, aumentar o poder coordenado, ao invés do poder unilateral? Quais aspectos devem ser levados em conta para uma avaliação de poder coordenado? Todo e qualquer setor apresenta esse risco? Que tipos de remédios podem ser impostos para evitar os riscos de formação de poder coordenado? O aumento de poder coordenado é justificativa para reprovar uma operação?
Assim, além do material indicado no post abaixo, todos os alunos deverão também ler:
Guia de Análise de Atos de Concentração Horizontal (itens 63 a 69)
Para os alunos responsáveis pela aula, ler ainda o caso abaixo, preparando-se para responder as perguntas formuladas logo após:
(i) Por que, no processo acima, não foi identificado qualquer acréscimo no risco de poder coordenado? Quais características do mercado foram importantes para essa constatação?
(ii) Em quais mercados potencialmente há esse risco?
Abs
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